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http://pedroitb.blogspot.com/2015/08/impostometro-chegou-as-2300-horas-deste.html

Fonte: Exame.com
O Impostômetro, “relógio” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) que marca os impostos pagos no ano, ultrapassou as 23:00 horas deste domingo, 29/08 mais de R$ 1.322 um trilhão trezentos e vinte e dois bilhões de reais.
O número mostra em tempo real o valor pago pelos brasileiros em impostos federais, estaduais e municipais desde 1º de janeiro deste ano.
Segundo a ACSP, o Impostômetro deve alcançar no último dia do ano a marca de 1,6 trilhão de reais, o que seria recorde de arrecadação desde a criação do medidor em 2005. No primeiro ano, o relógio do imposto marcou 750 bilhões de reais.
Além do medidor exposto no centro de São Paulo, o impostômetro também está na internet. Pelo site é possível acompanhar em tempo real os impostos totais pagos e aplicar filtros para descobrir detalhes, como impostos pagos por habitante.
Também é possível ver algumas comparações de artigos que poderiam ser comprados com os impostos pagos no Brasil. Os números também são atualizados em tempo real. Saiba o que seria possível comprar com menos de 1 trilhão de reais pagos em impostos neste ano (números aproximados atualizados até as 11h20 do dia 29 de agosto).

12,48 milhões de casas
37 milhões de carros populares
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http://pedroitb.blogspot.com/2015/08/linda-mulher.html
Uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou os braços, mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas.






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http://pedroitb.blogspot.com/2014/03/realidade-conheca-historia-de-phineas.html
Se há uma pessoa que deixou na história umvolume de lendas urbanas e mentiras dignas do assombro e a reverência dos políticos do mundo inteiro, esse foi Phineas Taylor Barnum. Uma contradição vivente, um ser desprezível e ao mesmo tempo querido cujo circo ambulante vendeu desde histeria em massa até todo tipo de enganos e mentiras.
Nascido numa família de comerciantes no início do século 19 Barnum descobriu já muito jovem que o trabalho honesto não era para ele, pelo qual depois de um roubo com cupons de loteria em um jornal chamado "The Herald of Freedom" onde a veracidade das notícias era só comparável às promessas de uma campanha eleitoral, terminou muito jovem na cadeia. Não desanimou, ali aprendeu todo tipo de falcatrua, roubo e malandragem e ao sair decidiu que iria ser um "showman".
Sua primeira aquisição foi uma mulher escrava africana cega, à qual apelidou de "Joice a bicentenária" e apresentava-a como a autêntica babá do presidente George Washington. Graças a seu carisma e talento para mentir, e melhor ainda sua memória ao sustentar essas mentiras, logo conseguiu tornar-se o feliz proprietário de um prédio e de uma companhia de espetáculos escalafobética.
Continuou seu show ambulante por todo os Estados Unidos até fundar um museu em 1841 chamado "Barnum’s American Museum", um museu que prometia "500 mil assombros e maravilhas" dos quais absolutamente nenhum era verdadeiro ou correto. Em seu museu só não seriam expostos uma sereia -com a qual causaria histeria entre a população- e uma máquina que ele usava em seus shows mambembes que fazia "desaparecer dinheiro".
Nesta mesma época conheceu um dos maiores astros de seus shows, ele apadrinhou um menino anão de 5 anos que era apresentado como O General Polegar, "O menor general do mundo". Personagem que geralmente também aparecia em cena vestido de Napoleão quando era ovacionado pelo público ao cometer todo tipo de idiotices; ainda que também fazia muito sucesso quando aparecia vestido de Cupido no ato onde um homem chifrudo devia cair apaixonado pela mulher barbada.
Não obstante, suas andanças pelo país deixaram um grande rastro de enganações criando várias recompensas por sua cabeça, sobretudo por suas poções rejuvenescedoras e tônicos sexuais. Barnum então fez as malas e foi para o velho mundo. Ali seria prontamente acolhido como um herói chegando a níveis de fama dignos de uma celebridade. Convidado pessoalmente pela rainha Vitória, Barnum apresentou seu "circo dos horrores" no Palácio de Buckingham. Ali aconteceu a cena que ficaria gravada na memória de muitos: o diminuto Napoleão foi atacado por um dos poodles da Rainha. Nada poderia ser mais prazeroso para a aristocracia inglesa do que ver Napoleão sendo vilipendiado por um diminuto cãozinho. Agradecidos pelo espetáculo Barnum e sua companhia viajariam toda Europa por conta da coroa britânica, chegando a viajar em carruagens de dignitários.
Os anos se passaram e a cada nova temporada um flamante roubo acontecia, e os enganos se acumulavam como as folhas de outono. Em 1871 graças a essa montanha de mentiras e shows bizarros nasceu o "P. T. Barnum’s Grand Traveling Museum, Menagerie, Caravan & Hippodrome". Este circo e os subseqüentes originaram lendas que perduram até os dias atuais como Jumbo "O maior elefante do mundo" ou a gigante Anna Swan, no entanto seria sua representação de um hipódromo romano o que mais dinheiro, imprensa e controvérsia traria para Barnum.
Em 7 de Agosto de 1891, com quatro mansões e uma fortuna gigantesca Barnum morreu luzindo um sorriso na face que surpreendeu a todos que foram a seu funeral. Anos mais tarde uma estátua de bronze foi levantada em sua homenagem no centro do Seaside Park.
Barnum dedicou sua vida toda à mentira e a enganar as pessoas, no entanto morreu feliz e milionário.
Em outubro de 2016, na hora de de votar lembre-se dos "barnums" da política.
Pergunte-se o que aquele candidato fez de bom depois de mais de uma década vivendo como político, ou o quê aquele jovem tem a oferecer. Não escolha um representante só por que ele deu uns tapas em suas costas, escolha aquele comprometido com o seu com o futuro do país, talvez assim consigamos acabar com estes malditos fdp que emporcalham a política somente visando o enriquecimento pessoal.
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6. Andrew Jackson, o presidente que teve um grande começo… E um grande final!

Você se torna presidente dos Estados Unidos e o que você faz? A) dá início aos trabalhos como líder da nação mais poderosa do planeta; B) recebe a imprensa para a primeira coletiva como presidente eleito; ou C) promove uma festa convidando muitas pessoas para um Open Bar de inauguração da sua nova residência. Se você for igual ao presidente Andrew Jackson, nem precisa responder…
O 7° presidente dos Estados Unidos, Andrew Jackson
O cara se tomou posse em 4 de março de 1829 e sua primeira atitude foi promover uma festa, na qual mais de 20 mil pessoas compareceram, no melhor estilo “Open House” na Casa Branca. Com tudo liberado, como você pode imaginar, a bagunça tomou conta da residência oficial dos EUA de forma que o presidente teve que sair por uma janela. A baderna só foi diminuir quando um iluminado ser teve a ideia de levar os barris de whiskey para o jardim da Casa Branca.

Mas uma boa história não é feita só de um grande começo…

Andrew Jackson foi deixar o cargo de presidente em 1837, mas antes disso, em 1835, ganhou uma enorme roda de queijo com mais de 600 kg. Após dois anos parados para fermentação, ele convidou quase o país inteiro para sua despedida e o convite era claro: “Venha me ajudar a comer o queijo”. Mais de 10 mil estadunidenses levaram cerca de duas horas para terminar a incrível peça derivada do leite. O resultado: uma bagunça nos tapetes e nos sofás, além de um cheiro de queijo que levou semanas para ser totalmente retirado do ambiente, incomodando até o sucessor de Jackson no cargo, Martin Van Buren.

5. Henrique VIII e Francis I: que dupla...

Duas potenciais nações agressivas e ambiciosas por poder não conseguiriam promover uma festa sem confusão, correto? Sim, mas poderiam tentar, e foi o que de fato aconteceu quando o rei Henrique VIII, da Inglaterra, resolveu se juntar a Francisco I, da França, a fim de “liberar geral” os tesouros das nações e promover uma festa de pelos menos três semanas de orgias e extravagâncias.
Henrique VIII
Francisco I
O local do evento ficou conhecido como “O Campo do Pano de Ouro”, no qual o pavilhão principal era uma tenda pintada como um castelo com mais de 1,1 mil metros quadrados de área. Foi um absurdo com fontes de vinho, jogos, tendas com tecidos de pano de ouro (por isso o nome), música e, entre outras coisas, lutas e batalhas. Pois então, falando em lutas...

Aí é que o “baguio” ficou louco...

Os dois reis, no êxtase de sua festança, em discussão sobre suas contravenções, acabaram por disputar uma batalha de wrestling, estilo do qual faz parte a famosa "luta olímpica" ou "greco-romana". Henrique desafiou Francisco e acabou se dando mal quando o francês o deixou no chão. Chateado, o rei inglês acabou com a festa. Como se não bastasse, seu rancor era tamanho que resolveu se aliar com um dos rivais de Francisco I, o Sacro Imperador Romano-Germânico Carlos V.
O que aconteceu? Em um mês, o três estavam em guerra.

4. A festa da Constituição americana

Cerca de cinco meses de reunião na Filadélfia, com grandes nomes intelectuais dos Estados Unidos, se passaram para que a constituição do país fosse concluída. Se algumas reuniões que duram cerca de uma ou duas horas já conseguem ser entediantes, imaginem como foi a convenção que deu origem à Constituição americana. Diante disso, segundo o site Cracked, em 15 de setembro de 1787, dois dias antes de assinarem o documento, George Washington, Benjamin Franklin e os outros 53 delegados participantes deram início a uma grande festa.
Os 55 delegados representados na cena do momento da assinatura da Constituição dos Estado Unidos, por Howard Chandler Christy
E a vontade de beber foi grande, pois na conta constavam mais de 100 garrafas de vinho, 12 de cerveja, 22 garrafas de cerveja porter, oito barris de whiskey, oito de cidra e mais 7 jarras de ponche. Com certeza há mais álcool aqui do que o que a ciência presume ser o limite para que 55 humanos bebam sem risco de morte, ou seja...

Lógico que ia dar m… coisa errada…

O que exatamente aconteceu, não está bem claro, mas provavelmente uma grande confusão se iniciou na festa. Além do alto valor da conta em função de todo o álcool consumido, o hoteleiro responsável pelo local do encontro cobrou uma taxa de 2 % pelos danos causados, que incluíam garrafas, mesas, jarras de ponche, além de penicos (isso mesmo, penicos…) quebrados.

3. Os jogos de inauguração do Coliseu

Toda a arquitetura e história por trás do Coliseu engrandecem a importância deste monumento perante a sociedade. O local é uma das mais impressionantes construções humanas que perduram até hoje. O histórico de batalhas e competições do Coliseu não é lá tranquilo, mas, com certeza, à altura de sua grandeza foi a sua festa de inauguração. Os cidadãos de Roma participaram do evento com mais de 9 mil animais sacrificados e celebrações regadas a grande quantidade de vinho durante mais de três meses de comemoração.

As consequências…

Nessa festa não foram as consequências propriamente ditas que a fizeram ser considerada insana. Sem dúvida, a loucura no período em que milhares de gladiadores participaram de orgias com bebida e derramamento de sangue foi enorme, mas foi um adicional promovido pelo imperador Tito que realmente deixou esse evento tão inconsequente.
A representação das naumáquias
Não satisfeito com os mais de 100 dias de festa, o imperador promoveu duas grandes simulações de batalha naval em pleno Coliseu. Ao contrário das batalhas entre gladiadores, as quais raramente terminavam em morte, as “naumaquias”, como eram conhecidos os combates navais, eram batalhas em que os participantes lutavam até a morte. Muitos lutadores morreram no enorme oceano artificial montado na arena.

2. A vez em que Alexandre, o Grande, ficou bêbado e acabou com uma cidade

Junto de seu exército macedônio, Alexandre, o Grande, conquistou Persépolis, o antigo centro do império Aquemênida. Em virtude do grande significado da conquista, eles resolveram fazer uma grande comemoração, que seria uma das mais loucas da História. Foi considerada um simpósio, como eram chamadas algumas celebrações na Grécia Antiga que envolviam bebedeira após um banquete.

Bebe e perde a noção…

Segundo fontes citadas pelo Cracked, os guerreiros de Alexendre, bem como o seu próprio líder, eram bêbados sem controle emocional. Conflitos e discussões aconteceram até que, em certo momento, o conquistador terminou sua garrafa de vinho, quebrou na cabeça de um de seus companheiros e teve a brilhante ideia de se vingar de Persépolis, por causa da Grécia, e botar fogo cidade abaixo.
Estátua de Alexandre Magno (o Grande)
A cidade, objeto de desejo de Alexandre durante boa parte de suas batalhas, foi destruída logo após ser conquistada. No dia seguinte, sobraram o remorso e a vergonha pela ação, além de, é claro, uma enorme ressaca.

1. O funeral da Civilização Wari

A civilização Wari promoveu uma celebração tão misteriosa quanto a sua existência. Eles simplesmente promoveram uma festa sem explicações antes de partirem para a extinção de seu povo. Em certo ponto de suas vidas, os membros Wari se separaram para seguirem individualmente na luta com outros reinos e, aos poucos, deixaram de existir. Depois de mais de mil anos, tudo o que se sabe sobre essa nação está baseado na descoberta de um grande túmulo coletivo, aberto em 2013, e no qual havia milhares de objetos feitos de cerâmica, ouro e bronze, pertencentes ao império Wari.

Um inexplicável adeus

Imagem da escavação da tumba Wari
Mais de mil anos depois da existência e do fim da civilização Wari, só se tem informações de que, por algum motivo, alguns membros desse povo se juntaram e promoveram uma celebração com mais de mil litros de bebida alcoólica. Eles mesmo produziram a bebida para a festa e depois de beberem muito até alcançarem níveis de estupor, botaram fogo nos estoques restantes, antes de se separarem para o resto das vidas. Acredita-se que esse tenha sido um ritual para se despedir de sua misteriosa cultura.
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Fonte(s)
Imagens
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