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Se tem uma coisa que me deixa revoltado é quando as pessoas vêm aqui no meu blog e me criticam e insultam anonimamente. Eu gosto de críticas, porque elas me fazem refletir e me ajudam a melhorar. As críticas são oportunidades genuínas para que você possa pensar no que está fazendo de errado, se ajustar e evoluir.
O que me deixa revoltado são os comentários anônimos extremamente maldosos e insultos que vocês nem imaginam, que obviamente eu não aprovo. Na boa, isso não pode ser sério. Se alguém não diz o seu nome quando critica, no mínimo não tem moral, não tem certeza, ou não tem peito para assumir o que está falando. A própria Constituição Brasileira garante o direito à liberdade de expressão, mas veda o anonimato.
O problema não são as críticas, mas sim o fato das pessoas não se identificarem. Isso é covardia. E o pior é que algumas pessoas são tão inocentes que nem se preocupam em esconder seu endereço IP, e dá pra saber facilmente quem são. Outras são tão covardes que além de usarem um pseudônimo, usam um proxy para manter seu endereço anônimo…
No pouco tempo da minha vida virtual, sempre usei meu nome verdadeiro. Faço isso por um motivo muito simples: eu quero que as pessoas me respeitem e me levem a sério quando falo.
Quando alguém tem caráter, personalidade e confia no que está dizendo, não precisa se esconder no anonimato.
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Tati Bernardi
“Atrás de um grande homem tem sempre uma grande mulher. Atrás de uma grande mulher tem sempre um idiota olhando a bunda dela.”
Tati Bernardi








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Se tem uma coisa nesse mundo que tem mais do que sapato furado em pé de pobre e a falta de vergonha na política é a famosa dor de cotovelo.

Pesquisas recentes indicam que sete em cada cinco adultos já sentiram o que é a dor de cotovelo e mesmo com tamanha abrangência ainda não possui nome científico porque a medicina não chegou a tal ponto de evolução.

Resumo dos fatos: entenda o pé na bunda que levou.
1.    Vocês não tinham uma relação “convencional”, onde ambos estavam de comum acordo em um relacionamento;
2.    Não houve promessas de futuro feito pelo meliante
3.    Ficou claro para você que ele não quer continuar a te ver;
4.    Existe um problema físico que é a distância entre os envolvidos.

Desculpe-me a sinceridade, mas qual parte do “pé na bunda” você não entendeu? O “pé” ou o “na bunda”? Eu poderia usar aquela metodologia “o gato subiu no telhado”, para depois alongar a história até a morte do bichano, porém preferi logo te dar esse empurrão para começar o seu processo de libertação. Se joga do penhasco! Calma… Não é para fazer literalmente!

Então, podemos combinar uma coisa, quando alguém dá um pé na bunda de outra pessoa, isso só acontece porque não há interesse de uma das partes em continuar com o convívio. Situação que pode acontecer por diversos fatores, desde banais, como por exemplo, o cara sempre deixa a toalha em cima da cama, ou ainda incompatibilidades insolúveis.

O medo da solidão e o imediatismo
Boa parte dos problemas interpessoais se dá por algum tipo de medo. Em geral, as pessoas têm muito medo. Medo do escuro, de bichos e de injeções são facilmente tratados em sessões de hipnose, mas vejo que o medo de ficar só é ainda mais frequente e não considerado como mal.

Esse negócio do ser humano querer sempre estar acompanhado dos seus semelhantes está se tornando uma obsessão para alguns. Não vejo porque tanto alvoroço em ficar só por algum tempo, pode até ser bom, te dá tempo para se dedicar a projetos pessoais e aprender um pouco mais sobre quem você é.
O que mais me parece é que as pessoas têm medo de morrer sozinhas, daí criam uma historinha do que o “agora” é para sempre. É desse imediatismo que vem a dor de cotovelo e a dificuldade de seguir adiante. Toda vez que um relacionamento acaba a pessoa chora, se descabela, quer se matar e mais outras atitudes que, na visão dela, são justificadas pelo amor.

Amor é o escambau! A parte que se sentiu abandonada viaja na maionese ao achar que só aquela pessoa iria ficar com ela ou que ninguém mais serve. Esse conceito em um mundo de seis bilhões de habitantes soa como ridículo, não acha?

Dicas para curar a dor de cotovelo e esquecer o passado
Serei mais didático hoje por achar que existe muita gente se engalfinhando para ler essa resposta, portanto separei algumas dicas para ajudar a ir adiante:

1. Troque a playlist da sua vida
Pare de ouvir música sertaneja e pagode, não adiante negar, eu sei que você está ouvindo alguma coisa como “Você vai ver – Zezé de Camargo e Luciano” (logo abaixo) ou coisa pior. Se é para ouvir música de corno, faça com estilo, escute “O mundo é um moinho – Cartola” ou “Olhos nos olhos – Chico Buarque”. Dor de cotovelo não é desculpa para os ouvidos doerem também…
A top da dor de cotovelo:

2. Comparações são inúteis
Ninguém é substituível quando falamos de pessoas e isso acontece porque elas são únicas, portanto não adianta comparar. Porém, o cargo de namorado/marido/amante é substituível sim! Fatalmente não será igual, mas qual o problema em ser diferente? De novo, o medo, só que agora, do desconhecido

3. Pense no depois de amanhã
Já pensou se o seu “mal estar” durasse igual ao conflito dos palestinos? Aí sim você estaria encrencada… Mas, não é caso, acorde para vida que o horizonte lhe parecerá mais bonito e atraente. Pense em como as coisas eram antes do relacionamento que acabou. Imagino que você conseguia ser feliz antes e se isso acontecia, com certeza, continuará acontecendo depois. Largue o osso!

4. Eu queria…
Acabou esse negócio de “eu queria…”, liste as coisas que gostaria de fazer e que não fez, lugares também vale. Vá e faça!

5. Visite seus familiares e amigos
Boa parte das alucinadas esquece que tem amigos ou parentes quando entram em relacionamentos. Que tal dar uma visitada no povo? Agora vê se toma vergonha e não faz mais isso de sumir, é feio.

6. Invista no Networking
Quase sempre que “perdemos” (eufemismo puro, quem achar novamente ganha um doce) alguém ficamos sem chão, meio como cachorro que cai da mudança. Mas, não há motivo para ficar assim. Sugiro que se integre a grupos de interesse, por exemplo, se você gosta de cozinhar, vá fazer um curso, interaja com pessoas que também gostam. Se você gosta de internet, faça parte de comunidades, sempre tem eventos para ir e bater papo e conhecer pessoas bacanas.

7. Desobrigue o príncipe encantado
Quase toda mulher carente acha que o próximo da vez tem a obrigação de ser o príncipe encantado que deverá levá-la para o altar. A coisa não funciona assim. As desesperadas já começam a relação no rock sem antes dançar uma música lenta. Se o cara chega e percebe que a mulher está fora de controle, é óbvio que se assusta.

8. Faça um aquecimento
Entenda quais são suas qualidades e as trabalhe, não esqueça de fazer isso com os defeitos também. Não posso dizer que ninguém atura uma mulher com síndrome de perdedora, simplesmente porque não tenho procuração de todo mundo, mas acredito que a maioria detesta o aspecto sofredor “ninguém me ama e ninguém me quer”.

9. Reveja conceitos
Procure rever a forma com que você entende os relacionamentos, se já é costume seu incorrer nos mesmos erros ou projetar as mesmas expectativas sobre os outros , acho que é hora de pensar. Uma coisa é uma eventualidade, outra muito diferente é a recorrência. Talvez algumas emoções e pensamentos não foram trabalhados como deviam, se precisar de ajuda, recorra a um psicólogo.

10. Aceite o fim de tudo
Preciso te dizer uma coisa, todo mundo morre! Algum dia, eu, você e todos os que conhecemos vamos morrer, isso é um fato. Sendo assim, pare de achar que as pessoas são eternas e de sua propriedade. O cara não é seu namorado/marido, ele “está” seu namorado/marido. Já que as coisas são assim, não perca mais seu tempo discutindo ou procurando pêlo em ovo, na próxima vez, tente ser mais feliz, é certo que tudo acaba, mas isso não nos impede de curtir cada segundo. Sempre haverá uma próxima vez até não haver mais. Sacou?
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Os palavrões estão tão difundidos no linguajar moderno que ninguém mais nem deve pensar em sua origem. Você já se perguntou qual é a procedência daquele palavrão cabeludo que você não tira da boca e o utiliza das mais variadas formas em seus diálogos cotidianos? Por que ele tem esse nome? E por que a maioria desses palavrões tem conotação sexual? Pois então. Ninguém deve pensar nisso.
Independente de sua origem, todos concordam que é bom soltar um palavrão naquele momento de estresse e que isso de certa forma até dá uma relaxada depois do ápice do insulto. Tem coisa melhor do que encher a boca e gritar “filho da puta”, mas com bastante ênfase no “puta” (tanta ênfase que sai algo como “PULTA”) quando o goleiro adversário defende aquele chute indefensável naquele clássico de futebol? Por acaso tem algo que expresse melhor a nossa raiva quando topamos com o dedinho do pé na quina do sofá do que aquele “puta que pariu”? Ou existe frase que expresse melhor a frustração quando aquela ex-namorada ingrata fala meses depois “mas eu te amava” e você sente vontade de dizer “amava porra nenhuma!”. Pois é. É disso que estou falando. Poucas palavras ditas cultas da língua portuguesa traduzem com tanto impacto aquele sentimento que vem de dentro pra fora e é emitido com um som de um “porra” ou “caralho”. Fala a verdade. Você sabe do que estou falando.

Hoje em dia é comum soltar um palavrão a qualquer momento, mas você há de convir que em certas ocasiões é feio e inapropriado dar uma de Dercy Gonçalves e sair praguejando por aí. Pense na mesa do jantar com a sogra você mandar “caralho! Que macarronada foda, sogrinha!”. Ou na reunião com o chefe você soltar um “puta que pariu! Esqueci o relatório!”. Há situações certas para se falar um palavrão e ele só é bem utilizado e causa o impacto devido quando é usado no momento exato, causando a surpresa do interlocutor. Não há nada mais desagradável do que aquelas pessoas que usam esse recurso tão nobre como se fossem vírgulas nas frases. “Caralho, filho da puta. Essa porra é foda!”. Não há necessidade de se utilizar o palavrão dessa forma um tanto quanto gratuita. Tem que ter estilo. Quanto menos usar nas frases, mais impacto ele causa. Caso contrário ele se torna banal.

Não é pecado soltar um palavrãozinho de vez em quando, mas devo admitir que não acho nada sexy mulher que fala palavrão como se fosse um ogro da floresta. Tem seu certo charme uma mulher que diz um ou outro no calor do momento, mas aquelas meninas desbocadas que mais parecem o Zé Pequeno com um trinta e oito na mão são broxantes.
Claro que gírias em demasia também são deselegantes, mas em alguns guetos eles são até aceitáveis, o que não quer dizer também que você não tenha que conjugar um verbo sequer no tempo correto. A língua portuguesa se modificou, mas os verbos ainda são necessários, por favor! E mulherada, dê uma maneirada no palavreado. Tem hora e lugar pra soltar aquele palavrão cabeludo, se é que vocês me entendem.

Não sou puritano nem caxias. Falo meus palavrõezinhos sim e tento utilizá-los em situações chave do diálogo. É muito comum exageramos na expressividade deles quando estamos com os ânimos alterados, mas daqui a pouco eu comento porque isso acontece. Quero relembrar quando os palavrões chegaram em minha vida e como eles não saíram mais.
Em minha adolescência eu era o tipo certinho de cara que não falava palavrões. Substituía o foda-se pelo vai se ferrar, o porra por merda e o caralho por cacete. Não achava bonito denominações como boceta para o órgão genital feminino e evitava ao máximo dizê-los em voz alta. Em casa ninguém falava palavrão, daí a educação em também não dizê-los em frente aos pais. Não sei exatamente em que ponto de minha vida eles tornaram-se usuais em meu vocabulário, mas imagino que foi na fase rock n’ roll. Já que não tinha nem o sexo nem as drogas, pelo menos um palavrãozinho tinha que rolar, né!


Deixei de ser o certinho perfeitinho e tornei meus hábitos mais relaxados, embora minha consciência permanecesse a mesma (aquela que até hoje não me levou a lugar nenhum, mas que como virtude não posso renegar), e abracei os palavrões. Que orgulho, hein! Uau!
Mas de onde vem essa necessidade de se mandar um foda-se de vez em quando? A ciência explica, claro.

Pesquisas recentes mostram que as palavras sujas nascem em um mundo à parte dentro do cérebro. Enquanto a linguagem comum e o pensamento consciente ficam a cargo da parte mais sofisticada da massa cinzenta, o neocórtex, os palavrões moram nos porões da cabeça. Mais exatamente no sistema límbico, que funciona como o fundo do cérebro, a parte que controla nossas emoções. Trata-se de uma zona primitiva: se o nosso neocórtex é mais avantajado que o dos outros mamíferos, o sistema límbico é bem parecido. Nossa parte animal fica lá. E sai de vez em quando, na forma de palavrões.
Os palavrões, por esse ponto de vista, são poesia no sentido mais profundo da palavra. Duvida? Então pense em uma palavra forte. Paixão, por exemplo. Ela tem substância, sim, mas está longe de transmitir toda a carga emocional da paixão propriamente dita. Mas com um grande e gordo puta que o pariu a história é outra. Ele vai direto ao ponto, transmite a emoção do sistema límbico de quem fala direto para o de quem ouve. Por isso mesmo, alguns pesquisadores consideram o palavrão até mais sofisticado que a linguagem comum.
Simples assim. E se você não entendeu... foda-se! Hehehe! Brincadeira.

A origem etimológica de cada palavrão, aquelas raízes mais profundas, no entanto, tem origens diversas. Os nossos mais caros amigos de fúria e descontrole nasceram em sua grande maioria em terras lusitanas e foram trazidos pra cá, obviamente com as caravelas de Cabral.
A boa e velha FODA diz-se que surgiu da sigla ‘Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo’, decreto que era dado pelo rei ao moradores de Portugal para aumentar a taxa de natalidade.
Ora pois, quem diria. Os portugas não eram chegados a uma fornicação!
Eu penso nesse decreto como seria dado hoje em dia: “Senhoras e senhores eu exijo que vocês se fodam”.
O termo caralho, tem duas origens. Uma diz que o termo vem do latim characulu, diminutivo de kharax ou charax, palavra grega que significa “estaca” ou “pau” (pedaço de madeira). Ele passou a ser usado para designar o membro do touro na Antiguidade. Do membro do touro para o do homem deve ter sido um pulo.
A outra origem denota que caralho era como eram denominados os mais altos mastros das caravelas. Por serem mastros grandes, alguns portugas começaram a fazer comparações do tipo “o meu é tão grande quanto um caralho”, e desse jeito, a palavra acabou por perder seu sentido original virando sinônimo de... benga, pau... essas coisas eretas.
Outra palavra que tem origem interessante é boceta (essa tem até no dicionário) termo usado hoje como sinônimo de vagina, tem origem no latim buxis, “caixa de buxo” – buxo, por sua vez, é uma árvore. As gregas e romanas tinham preferência por essa madeira para suas pequenas caixas em que guardavam objetos de valor. Logo, com a evolução da língua, elas foram chamadas de bocetas. Há registros do termo associado ao órgão feminino em poemas portugueses do século 18.
Imagine o que um assaltante gritaria nessa época para uma dessas moçoilas, pedindo-lhe as tais caixinhas: “Me dá essa boceta!” Iau!
O palavrão hoje em dia está na boca do povo. E povo que eu digo é qualquer povo, não só das classes mais baixas. Pense numa pessoa que você considera pura e certinha. Essa pessoa com certeza fala palavrão. A Sandy (que agora é Devassa) fala palavrão, a Rainha da Inglaterra fala palavrão. Até a sua mãe deve falar palavrão. Às vezes soa ofensivo como um “vai tomar no cu”, mas pode ser um elogio também. Quem não gostaria de ouvir da boca da mulher amada que "é foda” no sexo? Até a Pitty já admitiu que é foda no refrão daquela música!
Então desencane. Fale palavrão. Desabafe. Se sentir-se culpado, diga que foi seu cérebro que o mandou agir dessa forma. Culpe o seu sistema límbico pelo palavrão e diga que você apenas estava cumprindo ordens dele. Apenas modere a quantidade de palavrões por segundo. Encaixe ele de forma consciente na conversa e use-o quando não houver outro recurso para extravasar seu sentimento. Grite “caralho” bem alto quando receber um aumento no emprego. Berre “puta que o pariu” quando seu time marcar um gol decisivo aos 45 minutos do segundo tempo e lembre-se de lavar a boca com sabão depois, menino malcriado, porque Deus tá vendo.
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